O sector agrícola representa cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, contra os 15% do sector petrolífero, o que impulsionou o crescimento da economia para 5,32%, no primeiro trimestre de 2026, afirma o economista Wilson Chimuco.
Apesar da agricultura contribuir com esta fatia no PIB, o petróleo continua a ser estratégico e com um peso significativo, sendo responsável por mais de 90% das exportações do país, na geração de divisas, além de ser uma das principais fontes de receitas fiscais e atracção da maior parte do investimento estrangeiro.
“O que se verifica é que, nos últimos anos, o peso relativo do sector petrolífero no PIB tem vindo a diminuir, em consequência da redução gradual da produção petrolífera e do crescimento mais acelerado de vários sectores não petrolíferos”, clarificou.
De acordo com o economista, o crescimento da produção nacional “não ocorre de forma estruturada na economia”, actualmente organizada em 15 actividades económicas e agrupadas em três grandes sectores.
Explicou que o sector primário integra a agricultura, a pecuária e as pescas, enquanto o sector secundário compreende a indústria extractiva e transformadora, enquanto o terciário inclui serviços, como o comércio, a construção, a administração pública, o turismo, as telecomunicações e outras actividades.




