A vice-presidente da República, Esperança da Costa, destacou, esta quinta-feira, na província do Icolo e Bengo, o aumento da qualidade, quantidade e diversidade de produtos e serviços apresentados na 41ª edição da Filda, que decorre de 21 a 26 deste mês na Zona Económica Especial.
No final da visita à Feira Internacional de Luanda, acompanhada pelo ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns, a vice-presidente da República considerou que a presente edição representa um salto significativo, sobretudo pelo esforço demonstrado pelos empreendedores e empresas angolanas que apesar das adversidades e desafios enfrentados continuam a revelar robustez e resiliência.
Esperança da Costa destacou a “grande evolução de apresentação de serviços, de mais produtos tecnológicos, produtos inovadores” assim como “ a presença marcante da juventude que com um laptop apresenta soluções inovadoras que podem servir para resolver problemas vários que a sociedade enfrenta”.
A produção agrícola nacional também mereceu uma atenção particular da vice-presidente da República, que destacou o aumento da presença de produtos do campo na feira, tendo considerado ser um reflexo do potencial de Angola neste domínio.

Esperança da Costa, assinalou que “nós, em termos de terras aráveis, estamos a utilizar apenas 5 por cento daquilo que são as nossas potencialidades reais. Portanto, e já assim, se olharmos para o que produzíamos antes, agora nitidamente houve um aumento elevado da nossa produção agrícola.” Então, acrescentou “isso mostra que temos de fazer mais investimentos também na agricultura, no empresariado, no crédito agrícola, mas também na melhoria de um conjunto de soluções administrativas que melhorem o ambiente de negócio de quem quer investir.”
Para Esperança da Costa, o aumento da produtividade nacional permitirá que a Angola se torne mais competitiva e conquiste maior acesso aos mercados globais e aos países com maior rendimento económico para melhorar a economia.
Durante a visita aos diversos stands, a vice-presidente da República destacou ainda os investimentos que Angola tem realizado na diversificação da matriz energética com maior aposta nas energias renováveis.
Considerou que o investimento em energias limpas constitui o factor central para a transação energética, contribuindo para a mitigação das alterações climáticas, a redução da poluição e da utilização de combustíveis fósseis, além de permitir ao país cumprir os compromissos nacionais e internacionais assumidos no domínio da governação ambiental.



Nos vários stands por onde passou, com destaque para o da Huíla, província convidada deste evento, Esperança da Costa recebeu informações detalhadas sobre os produtos e serviços apresentados pelos expositores.
No final, a governante manifestou-se satisfeita com a produção exposta nesta 41ª edição da Filda, que até domingo reúne 2 348 expositores entre nacionais e internacionais.




