A melhoria contínua do ambiente de negócios no país com aposta na inovação e transformação foi a tónica dominante do discurso de abertura da 41ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA) que decorre na Zona Económica Especial, desde esta terça-feira, 21 de Julho, até ao dia 26, na província do Icolo e Bengo, pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano em representação do Presidente da República.
O evento, que já supera o número de expositores da edição passada, está a ter um primeiro dia de grande movimentação e consequentemente negócios promissores entre os participantes, aferindo da opinião que circula na media.
O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, afirmou que “ao longo de quatro décadas a FILDA consolidou-se como principal espaço de encontros entre empresas nacionais e internacionais, reflectindo a evolução das empresas angolanas e a crescente confiança dos investidores nas oportunidades que o país oferece”.
O governante dirigiu uma especial saudação aos expositores nacionais e estrangeiros que aceitaram o desafio e apresentam os seus produtos, serviços e soluções nesta edição.

“A vossa presença constitui uma demonstração inequívoca da confiança no potencial da economia angolana e na contribuição concreta para o estabelecimento de relações comerciais, do investimento e da inovação”, sublinhou.
À guisa de interrogação, Massano relembrou o desafio da ‘transformação e inovação’ a todos os participantes: “Como transformar os recursos de que dispomos em mais valor, mais conhecimento, mais emprego qualificado e maior prosperidade para todos” interrogou-se o ministro de Estado.
Quanto à transformação referiu que “mais do que substituir importações, produzir localmente significa incorporar conhecimento, gerar valor acrescentado, fortalecer as cadeias nacionais de produção, estimular a inovação e criar condições para que as empresas angolanas conquistem novos mercados”, indicou.
No capitulo da inovação, o governante afirmou: “Inovar, (…) deixou de ser uma opção para se afirmar como condição indispensável para orientar a produtividade, melhorar a qualidade de bens e serviços e responder às exigências de uma economia global em permanente transformação” sentenciou o ministro de Estado, afirmando que esta tem sido a visão que tem orientado a acção económica do Executivo angolano.
O evento reúne, durante seis dias, expositores nacionais e estrangeiros de diversos sectores de actividade, com o objectivo de promover oportunidades de investimento, parcerias comerciais, inovação e o fortalecimento da economia nacional.




