O regresso de Martin Deffontaines à AOG 2026 coincide com uma fase importante da estratégia offshore da TotalEnergies em Angola.
A empresa está a combinar três movimentos distintos: prolongar activos produtores, explorar novas áreas e reforçar projectos em águas profundas de maior intensidade de capital.
Entre os desenvolvimentos mais relevantes, destaca-se o Acordo de Princípios assinado com a ANPG para prolongar a licença do Bloco 32 até 2043, enquadrando o desenvolvimento contínuo do bloco e a eventual aplicação do Decreto de Produção Incremental.
Em paralelo, a empresa assinou em Março de 2026, com a ANPG e a ExxonMobil, um acordo para a atribuição dos blocos 40, 41, 42 e 58 nas bacias de Benguela e Namibe.
Soma-se a isso o estudo e avaliação das Áreas Livres dos blocos 17/06 e 32/21, orientado para identificar novas pistas em activos maduros.








