Entre contactos e Networking, com foco na valorização das potencialidades locais, os homens de negócio reforçaram o compromisso de aproximação entre produtores, investidores e mercados com vista ao aumento da produção nacional e o aumento da empregabilidade, destacando, assim, o Fórum Negócios & Conectividade como uma plataforma de criação de relações de confiança e transformação de oportunidades de diálogo em resultados concretos
Entre os dias 25 e 26 de Setembro, mais de 90 empresários e empreendedores marcaram presença na 7.ª edição do Fórum de Negócios & Conectividade, que decorreu no Espaço Lupupa Lodge, no município do Waku Kungo, província do Cuanza-Sul.
Entre contactos e Networking, com foco na valorização das potencialidades locais, os homens de negócio reforçaram o compromisso de aproximação entre produtores, investidores e mercados com vista ao aumento da produção nacional e da empregabilidade.
Durante o seu discurso de abertura, o coordenador-geral do Grupo Media Nova, Augusto Dembo, defendeu a necessidade de reforçar a conectividade económica entre as diferentes regiões do país, através da aproximação entre produtores, empresários, investidores e mercados.
Augusto Dembo afirmou que a iniciativa deixou de ser apenas um evento para se transformar numa “plataforma itinerante de cidadania económica”, com a missão de levar oportunidades de negócio para além de Luanda.
Segundo ainda o responsável, a visão descentralizadora do projecto levou o Grupo Media Nova a realizar o Fórum em várias localidades, entre as quais Cabinda, Benguela, Huambo, Huíla, Uíge e Icolo e Bengo, chegando agora ao Cuanza Sul.
Augusto Dembo sublinhou que Angola possui potencialidades económicas em todas as regiões e que o desenvolvimento não deve estar concentrado apenas na capital do país. Para o responsável, cada província possui especificidades e oportunidades que devem ser conhecidas, valorizadas e ligadas aos mercados.
Reforçar a conectividade
Com 18 anos de actividade, o Grupo Media Nova pretende colocar os seus jornais, canais e plataformas ao serviço da aproximação entre quem produz e quem compra, bem como entre empreendedores e potenciais investidores, segundo garantia do PCA, Augusto Dembo.
“A nossa missão enquanto grupo de comunicação não é apenas informar, mas sim conectar”, afirmou o responsável, acrescentando que a conectividade económica acontece quando o produtor do Waku Kungo consegue encontrar mercado noutras regiões do país, quando uma pequena empresa rural ganha visibilidade nacional e quando um jovem empreendedor encontra um parceiro para desenvolver o seu negócio.
O coordenador-geral do Grupo Media Nova apelou, igualmente, aos participantes para aproveitarem o Fórum para estabelecer contactos, criar relações de confiança e transformar as oportunidades de diálogo em resultados concretos.
“Não viemos aqui para fazer discursos longos. Viemos para dar palco a quem faz a economia acontecer no terreno”, afirmou, defendendo que o encontro deve resultar em contratos, investimentos e empregos concretos.




