A TAAG, Linhas Aéreas de Angola, inicia, a 31 de Outubro, a operação da nova rota Luanda–Dakar–Praia, concretizando uma ligação aérea há muito aguardada entre Angola e Cabo Verde e reforçando, simultaneamente, a conectividade da companhia com a África Ocidental.
Esta nova operação estabelece a ligação entre Luanda, Dakar, no Senegal, e a cidade da Praia, em Cabo Verde, criando uma nova ponte aérea entre mercados africanos com importantes relações históricas, humanas, institucionais e económicas.
A operação Luanda–Dakar–Praia (e vice-versa) recebeu o enquadramento das autoridades aeronáuticas envolvidas, tendo a Autoridade Nacional da Aviação Civil de Angola (ANAC) recebido a confirmação oficial da Agence Nationale de l’Aviation Civile et de la Météorologie (ANACIM), do Senegal, para a exploração dos serviços aéreos comerciais pela TAAG. O início da operação coincide com a entrada em vigor da temporada de Inverno IATA 2026/2027.
A inclusão de Dakar reforça a dimensão regional da nova ligação e amplia as possibilidades de conectividade da TAAG na África Ocidental, acompanhando a estratégia de desenvolvimento da rede e de maior integração dos mercados africanos.
“Esta nova rota materializa uma ligação há muito desejada entre Angola e Cabo Verde e representa mais um passo no reforço da conectividade aérea no continente africano. A TAAG assume plenamente o seu papel de companhia de bandeira, aproximando países, pessoas e oportunidades através de uma rede cada vez mais integrada”, afirma Clóvis Rosa, Presidente do Conselho de Administração da TAAG.
A nova rota insere-se nos princípios da Decisão de Yamoussoukro e do Mercado Único do Transporte Aéreo em África, instrumentos destinados a promover uma maior integração e conectividade aérea entre os países africanos.
Com a ligação Luanda–Dakar–Praia, a TAAG reforça a sua presença regional e acrescenta Cabo Verde à sua rede de destinos.
“Dakar acrescenta uma dimensão estratégica a esta operação. Estamos a fortalecer a presença da TAAG em África e a construir ligações que tornam a nossa rede mais relevante para os passageiros e para as relações económicas e institucionais entre os países que servimos. Queremos que Luanda assuma cada vez mais o seu papel como ponto de ligação no continente”, sublinha Clóvis Rosa.




