A taxa de inclusão financeira está estimada actualmente em 49% mas o Executivo garante atingir os 65% até 2027, avançou nesta sexta-feira, o ministro de Estado para Coordenação Económica, José de Lima Massano, durante a 8ª Sessão Ordinária do Comité de coordenação da Estratégia Eacional 2026/2027.
Segundo o governante, a estratégia nacional de inclusão financeira visa melhorar a literacia, a bancarização e o acesso aos serviços financeiros.
Para Edilson Pimenta, director de Inclusão Financeira do Banco Nacional de Angola (BNA), o plano assenta em quatro pilares, com realce para o acessos a contas transaccionáveis, financiamento às pequenas e médias empresas, protecção do consumidor e a literacia financeira.
O responsável salientou que as deliberações da sessão anterior foram cumpridas na ordem dos 60% ,com avanços na digitalização dos pagamentos, sobretudo na administração pública e o reforço da interoperabilidade do sistema financeiro.
No entanto, existem desafios que apontam para o baixo nível de instalação de infra-estruturas em zonas recônditas, mas sublinhou o trabalho que está a ser feito para reverter o quadro e atingir a meta dos 65% até 2027.
No âmbito da expansão da digitalização do sistema financeiro, a plataforma Kuiki, já íntegra cerca de 22 prestadores de serviço e um universo de 26 instituições elegíveis, que realizam um volume de transações avaliadas em 3 666 milhões de kwanzas em 545 operações.
As transacções no período em referência atingiram um fluxo financeiro de 91 mil milhões de kwanzas, o que representa um crescimento na ordem dos 171%.







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