O Executivo procura investidores que invistam na expansão da rede de plataformas logísticas de apoio à produção nacional ao longo do Corredor do Lobito, disse, esta sexta-feira, em Lisboa, Portugal, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.
Executivo prevê a construção de seis plataformas logísticas, organizadas em dois grupos distintos. O primeiro engloba as plataformas de interligação agrícola, nomeadamente a Plataforma Logística da Caála (Huambo), a da (Huíla) e a do Lombe (Malanje), enquanto o segundo integra as plataformas fronteiriças do Luau (Moxico), Luvo e Soyo (Zaire).
O ministro de Estado para Coordenação Económica lembrou que o Corredor do Lobito é um projecto estruturante que envolve directamente três países, nomeadamente Angola, República Democrática do Congo e Zâmbia, os beneficiários directos.
O projecto conta com o apoio de várias entidades internacionais, incluindo os Estados Unidos da América, a União Europeia e instituições multilaterais africanas, que estão a investir capital na infra-estrutura logística e ferroviária.
A “Conferência Radar África – Os Caminhos de Angola” foi concebida como uma plataforma estratégica de reflexão, debate e projecção sobre o futuro económico e institucional do país no contexto africano e global.
Ao intervir na conferência , o governante adiantou que a primeira plataforma logística será instalada na Caála, na província do Huambo, com financiamento do Banco Mundial.
Quando estiver plenamente operacional, o Corredor do Lobito permitirá ligar o Oceano Atlântico ao Índico, criando rotas comerciais mais competitivas para as exportações e importações na região.
“O corredor vai ter, em pleno funcionamento, esta vantagem de não apenas promover desenvolvimento de lá onde o traçado se encontra, mas tudo o que é subjacente, incluindo as comunidades que terão mais oportunidades”, frisou, citado pelo Portal do Governo de Angola.









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