Ainda assim, sublinhou que, depois de pagar dívidas e sustentar a máquina estatal, sobra pouco para apoiar empresas e famílias, referindo que só com salários o Estado gasta mensalmente, cerca de 426 mil milhões de kwanzas, para um universo de aproximadamente 900 agentes públicos.
“Os valores incluem os diversos subsídios e remunerações da fundação pública”, esclareceu.
Fim dos esquemas na UGD

O ponto mais marcante foi o alerta dirigido aos empresários, ao apelar a que estes não recorram a “esquemas ou atalhos” paralelos, porque quem tentar fugir às regras vai acabar por se dar mal, mas acalmou os ânimos reafirmando que o Estado paga, apesar de tarde.
Referiu que ao longo dos últimos anos a dívida pública tem seguido uma trajectória descendente, ao sair de mais de 100% do Produto Interno Bruto (PIB), para menos de 52%, o que na sua opinião pressupõe a necessidade de disciplina e transparência no mercado.
Quanto à suspensão dos Números de Identificação Fiscal (NIF) das mais de 40 mil empresas, a governante disse tratar-se de uma medida coerciva, fundo o prazo de moratória de negociação com as empresas visadas, sublinhando a existência de mecanismos legais para sanar a questão sem intenção de prejudicar a economia.









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