A escassez de chuvas pode comprometer a safra dos camponeses de alguns municípios da Província do Bengo, reclama Maria, residente da Aldeia Jungo, no município do
“As chuvas começaram tarde, poucos dias depois de lançarmos as sementes, as chuvas cortaram”, exclamou, preocupada com a provável perda dos mais de 80 quilos de milho semeado nesta época agrícola.
Face à escassez de chuvas que se regista frequentemente na região, dona Maria disse apostar em culturas resistentes à falta de água, como a mandioca.
Refere ainda que o aumento na produção de milho no país, reduziu a procura e contribuiu para a subida dos preços, ao sair de 450 kz para 250 a 300 kz neste período em que se regista maior procura.
“Estou focada na produção de mandioca por ser mais resistente às chuvas e terem menos perdas”, assinala.
Corrêa André, residente no município do Sequele, é outro camponês destacado na zona adjacente ao município do Pangu Aluquémque se diz frustrado com a falta de chuvas e pode ver a produção de milho, feijão e a jinguba perder-se por falta de água.
“Gastei dinheiro para adquirir a lavra, paguei os homens que desmataram, cultivaram e lançaram a semente”, lamenta com o rosto carregado.









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