Apesar de algum progresso, como a reestruturação de 90 mil milhões de dólares em dívida e acordos que beneficiaram países como o Gana, Haiti, Somália e Sri Lanka, o risco de armadilhas de dívida permanece elevado. O sistema internacional de gestão de crises de dívida não acompanhou a evolução do mercado, onde os credores privados já representam quase 60% da dívida pública de longo prazo destes países.
A necessidade de actualização dos mecanismos de alerta e de sustentabilidade da dívida é urgente, para reflectir a nova realidade dos mercados e credores. Sem reformas estruturais, o actual alívio financeiro poderá ser temporário, expondo os países mais vulneráveis a novas crises e agravando os custos humanos a longo prazo.









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