O Governo angolano encomendou esta quinta-feira, no Lubango, província da Huíla, as obras do Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola (PCESSA), para reforçar a segurança hídrica com medidas sustentáveis de mitigação do fenómeno cíclico e de promoção do desenvolvimento equilibrado do país.
Coube ao ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, a assinatura dos contratos com os empreiteiros, em acto testemunhado pelo governador provincial da Huíla, Nuno Mahapi, e pelo secretário de Estado para as Águas, António Belsa da Costa.
Na Huíla, lê-se na nota, o início dessas obras reveste-se de importância estratégica, tratando-se de uma província com vocação agropecuária, com peso económico nacional e papel central no abastecimento e na dinamização produtiva do país.

Por essa razão, o reforço das infra-estruturas hídricas surge como prioridade para assegurar a água às populações, expandir a agricultura, apoiar a pecuária e estimular novas oportunidades de crescimento.
“Até hoje”, refere a nota, “todo o investimento feito para prover água potável à Huíla foi direccionado a acções isoladas, mediante investimentos municipais para pequenos sistemas”.
Lubango assinala um passo histórico, com os Gambos e a Chibia também abrangidos.
Na cidade do Lubango, onde o crescimento urbano e populacional exige respostas robustas e planeadas, o programa prevê um salto histórico na capacidade de abastecimento de água, passando dos actuais 45 mil e 300 metros cúbicos/dia para 159 mil 350, reforçando a cobertura, a fiabilidade do serviço e a preparação da cidade para os desafios futuros.









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