A TIS, consultora tecnológica e de negócios, alerta que a ausência de políticas claras sobre resiliência, governação e recuperação de dados, ambiente que expõe as empresas a paragens operacionais, perdas financeiras relevantes e falhas de conformidade.
Segundo a consultora, a pdigitalização e a modernização tecnológica tornaram os dados operacionais tão críticos como as infra-estruturas físicas.
Os sistemas digitais trazem ganhos de eficiência, mas também aumentam a exposição a riscos técnicos e operacionais. Nos ambientes industriais, falhas no acesso ou na recuperação de dados podem interromper linhas de produção, provocar paragens em plataformas ou comprometer o fornecimento de serviços essenciais.
“Se as empresas não definem métricas claras para disponibilidade, tempos de recuperação e latência dos seus sistemas críticos, e se estão dependentes de fornecedores externos sem garantias contratuais solidas sobre continuidade de serviço ou recuperação de dados, correm sérios riscos de perda de soberania de dados”, adverte a TIS.
Nos contextos industriais, a latência e o tempo de recuperação têm impacto directo nos resultados financeiros. Um atraso de segundos ou minutos pode traduzir-se em perdas significativas quando afecta sistemas de automação, controlo industrial ou análise em tempo real.
Por isso é importante que as empresas tratem a gestão de dados como um tema de gestão executiva, integrando métricas técnicas com impacto económico e operacional.









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