O presidente da Câmara de Comércio Angola-China, Agostinho Cupenala, disse em Luanda, durante a primeira Cimeira de Investimento Sustentável em África, que o continente precisa de aproveitar os seus recursos naturais como vantagem comparativa para gerar o tão almejado desenvolvimento.
Referiu a realização frequente de eventos globais em África como uma oportunidade capaz de atrair investimentos em infra-estruturas industriais, energéticas, de comunicação e interligação.
Cupenala lembrou que as Zonas Económicas Especiais ocupam um lugar importante na diversificação económica e transformação da produção nacional, referindo que a China não é por acaso, hoje, uma das maiores plataformas mundiais, com zonas económicas de cerca de cinco milhões de hectares.
“A China isentou a importação dos produtos africanos, como forma de impulsionar a produção e as trocas comerciais e gerar emprego”, enfatizou, ao concluir ser uma das tarefas da CAC promover o que se produz em Angola e captar investimento.
O Executivo em parceria com o Banco Mundial promove, nesta quinta-feira, em Luanda, a Reunião de Coordenação sobre o Corredor do Lobito. Segundo um comunicado distribuído à imprensa,...
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